segunda-feira, 2 de maio de 2011

HD de Urânio: Capacidade de um DataCenter por molécula

Recentemente muitas tecnologias pretendem superar os limites físicos da densindade de área em meios de armazenamento, e a ED Towers junto com a HARD e Patterned Media desenvolvem um método que devemos ver disponíveis em menos de 2 anos. Existem outras que demorarão bem mais tempo, porém prometem multiplicar por 100, ou até 1000 vezes a capacidade de armazenamento atual, entre elas pouco se falou sobre o BIO-HD composto por bactérias E-Coli. Agora chegam informações sobre HDs de urânio, uma noa plataforma que soa potencialmente perigosa, porém que segundo alguns desenvolvedores está longe de serem. 



Steve Liddle, químico da universidade de Nottingham, usou com sucesso átomos de urânio empobrecido, uma  variante radioativa do urânio, para armazenar dados, chegando a capacidades inacreditáveis. Se os 900 terabytes em 2 gramas de bactérias do Bio-HD pareciam pouco, o magneto de molécula única (single molecule magnet, composto formado por 2 átomos de urânio unidos por pontes de moléculas de tolueno), tem uma capacidade teórica de armazenamento tão grande como a existente em datacenters atuais.
Mesmo se encontrando em suas etapas iniciais, já é esperado uma implementação massiva. Esse experimento abre as portas para avaliar a capacidade de outros elementos, como os lantanídeos, a fim de que suas peculiares propriedades sejam usadas para armazenarem dados.

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