É cada vez mais frequente ver telas flexíveis nas férias, em apresentações e exposições mundo afora. Porém por mais que muita gente espere que essa tecnologia comece a ficar mais comum pouco a pouco em dispositivos de todo o tipo, a própria fabricante jogou um balde de água fria nos entusiastas: A tecnologia não é para agora.
Corning é uma das companhias que fabricam as maiores telas de cristal do mercado, tomando por fato que o que eles dizem, tem certo valor. O presidente da divisão Corning Glass Technologies comenta que serão necessários cerca de 3 anos antes que as telas cheguem ao mercado como produto para o consumidor comum.
Segundo James Clappin, a habilidade para manipular esse tipo de material flexível, implica uma certa curva de aprendizagem e afirma que é necessário muito esforço para ensinar aos clientes de renome (as fabricantes que comprarão as telas para revender ao consumidor final) a forma adequada para manejar o cristal flexível.
A nova tecnologia s chama Willow Glass, foi apresentada no meio do ano passado, e tem o quê a mais, de ser um cristal "enrolável" ao redor de uma estrutura, permitindo aos fabricantes diversificarem os desenhos de seus dispositivos e era esperado que nesse ano ainda aparecesse em paineis solares e em telas tateis mais tradicionais, mas julgando as declarações e o entusiasmo de seus próprios criadores, o Willow Glass não deve ser visto em telefones, tablets, relógios inteligentes e outros por algum tempo.
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